Ontem, abri o Facebook antes de me deitar e no meu feed apareceram as fotos de uma maternidade bombardeada na Síria que tinham sido publicadas num dos muitos grupos de mães do qual faço parte. Jamais esquecerei o que vi. Não consigo ter uma opinião formada sobre a partilha destas imagens tão violentas. Se, por um lado, sou sensível ao argumento de que o choque que provocam é mais eficiente que uma simples notícia e que esse choque convence muitos a agir, por outro é inegável que pouco podemos fazer e que a perturbação que nos causa é escusada. Não sei mesmo o que acho, porque fiquei mesmo transtornada com o que vi e preferia não ter visto, mas sei que foi o motor para, depois de dias a ver notícias horrorosas, tentar fazer algo. É verdade que não podemos fazer muito. É verdade que muitos de nós mal poupam para os pequenos luxos. Mas, como uma amiga me disse por estes dias num email que apelava à acção, “são para nós pequenos nadas, mas podem ter um impacto maior do que o que pensamos”. Sugiro-vos o que me sugeriu a mim: 1. Fazer um donativo online através da UNICEF. … Continue a ler Síria
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