Tudo e Nada

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Sabem quando vos dizem que namoram há dois dias e não sabem? Ou que ninguém sabe o que é amor como o dos não sei quantos? Ou que eles parecem mesmo apaixonados (porque vocês não?). Esqueçam isso. Todos sabem dos outros porque sabem de si e veem o mundo no outro então acham que sabem de todos. Conheço tantos inícios estranhos, meios difíceis e fins tontos que acho que ninguém tem receita para esta merda. Só sei que sou uma romântica contrariada, uma racional com queda para o amor, uma crente sem explicação na ideia de que há um ou uma para nós, naquela pessoa que chega e que nos diz sem falar “sabes, eu ficava bem a dormir na outra almofada até sempre”. E na volta, ficava e fica. Os dias maus, mesmo que não os vejamos logo, chegam, não os neguemos. Há dias, mais que muitos para uns, nenhuns para outros e, diria eu, normais para os comuns, em que não há sempre nem há hoje. Só há chegas, hoje não, por mim ias, não batas a porta quando saíres, nem quero saber. Mas nunca chega, nem vás, fica, o que eu queria dizer mesmo é bate a porta, mas fica por dentro, só te sei aqui e só me sei contigo, mesmo que às vezes esteja longe. I mean, romantic, you know?

[foto com anos, tirada num dia sem eventos, daqueles que uma pessoa imagina que são facilmente esquecíveis, mas de que não me olvido: chegámos a casa, vimos um filme na sala, pedimos o jantar, e fomos para a cama ver uma série onde tirámos a selfie porque eu havia começado um desafio no insta de registar diariamente um momento feliz durante 100 dias. Na altura, completei o desafio com sucesso. Com ele multipliquei umas quantas vezes os 100 dias felizes desde então. #100happydays#ahappylife]

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Sabem quando vos dizem que namoram há dois dias e não sabem? Ou que ninguém sabe o que é amor como o dos não sei quantos? Ou que eles parecem mesmo apaixonados (porque vocês não?). Esqueçam isso. Todos sabem dos outros porque sabem de si e veem o mundo no outro então acham que sabem de todos. Conheço tantos inícios estranhos, meios difíceis e fins tontos que acho que ninguém tem receita para esta merda. Só sei que sou uma romântica contrariada, uma racional com queda para o amor, uma crente sem explicação na ideia de que há um ou uma para nós, naquela pessoa que chega e que nos diz sem falar "sabes, eu ficava bem a dormir na outra almofada até sempre". E na volta, ficava e fica. Os dias maus, mesmo que não os vejamos logo, chegam, não os neguemos. Há dias, mais que muitos para uns, nenhuns para outros e, diria eu, normais para os comuns, em que não há sempre nem há hoje. Só há chegas, hoje não, por mim ias, não batas a porta quando saíres, nem quero saber. Mas nunca chega, nem vás, fica, o que eu queria dizer mesmo é bate a porta, mas fica por dentro, só te sei aqui e só me sei contigo, mesmo que às vezes esteja longe. I mean, romantic, you know? [nada como um dia de ronha sem filhos para uma pessoa ver aos corações] [foto com anos, tirada num dia sem eventos, daqueles que uma pessoa imagina que são facilmente esquecíveis, mas de que não me olvido: chegámos a casa, vimos um filme na sala, pedimos o jantar, e fomos para a cama ver uma série onde tirámos a selfie porque eu havia começado um desafio no insta de registar diariamente um momento feliz durante 100 dias. Na altura, completei o desafio com sucesso. Com ele multipliquei umas quantas vezes os 100 dias felizes desde então. #100happydays #ahappylife]

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